16.4.09
EVANGELHO SEGUNDO OS SEM RELIGIÃO
A diferença do cristianismo é acreditar na ressurreição a partir de uma liderança admirada por mais de 1 terço da humanidade.
Nasceu entre pobres, semianalfabetos, pescadores, carpinteiros, sem terra e nem propriedade, no meio de um Império Romano marcado por orgias e festas pagãs.
Evangelho nunca foi documento histórico, mas sempre será BOA NOVA! Mais anúncio do que denúncia para que todos entendam a loucura de um Pai bondoso que nos oferece eternidade e vida plena em troca de nossos pecados.
Os piratas da Somália ganharam a atenção do mundo na sexta-feira da Paixão usando reféns europeus e asiáticos como se fossem escudos humanos.
Em plena oitava da páscoa, seguranças numa estação de metrô, no Rio de Janeiro, chicoteiam trabalhadores dentro de vagões como se fossem gado de corte.
Na América do Norte a crise econômica perde para a indústria bélica, as vendas de artefatos militares subiram 50% depois da posse do novo presidente.
Já as ações dos fabricantes dispararam 250% no mercado, uma vez que os liberais americanos fizeram pacto com o diabo e afrouxaram a segunda emenda constitucional para que todos tenham armas em plenitude.
E o apocalipse fica mais perto até que os governos intervenham com o famoso “salve-se quem puder” e nossas prefeituras possam reabrir suas portas para atender ao bom povo de Deus.
Religião não é coisa de gente tonta, embora existam os que gostam de negociar com Deus. No princípio as comunidades viviam isoladas e cada uma tinha seu texto evangélico!
Saiu uma pesquisa recente nos Estados Unidos mostrando que o trânsito religioso aumentou… perdem os católicos e protestantes, ganham os evangélicos.
Os analistas botam a culpa no Martinho Lutero por ter liberado a interpretação literal da Bíblia. É que, naquele tempo, ainda não existia a leitura orante da Bíblia.
criado por padrezeluiz
11:41:15 — Arquivado em: 

Comentário por Luiz Bento Pereira — 19.4.09 @ 14:34:19
Padre, pelo visto fomos traidos por Obama que gesticula pra concorrer com Hollywood. Triste sina do mundo cristão saber que a industria bélica do lado de cá, não gosta do oriente. E foi justamente onde nasceu o salvador, o filho de Deus, o olho de Tandera com seu olhar agonizante no infinito e onde as guerras milenares se iniciaram e não terminam. Comemoramos o nascimento, a morte, a ressurreição, comemos perus assados, damos presentes, devoramos bacalhoadas e chocolates em forma de ovos e misturamos coelhinhos que nem sabemos de onde surgiram e somos crentes, oramos, rezamos e guerreamos para sustentar a paz. Se existem balas de festim, elas estão muito bem guardadas, pois a preferencia é a polvora que foi inventada por aqueles que sabem fazer um tanque dançar e costurar no asfalto. E assim, Padre Amigo, acendemos uma vela à Deus e outra ao Diabo. Porque Padre, porque? Porque temos que orar e rezar sob emoções e doses de dizimos diferentes, para caixas dferenciados, interesses que se chocam em nome de Deus? Porque sempre temos a guerra em nosso cotidiano, sendo que Deus prega apenas a paz. Porque então pregamos a paz e fazemos a guerra, espatifando corpos, danificando ideias, confundindo os humildes e ridicularizando lideres? Ouço agora uma musica no site Pontenet, - “é preciso saber viver” e parece que o mundo inteiro nem sabe que essa frase existe e é repetida exaustivamente, por Roberto Carlos que sutilmente fez cobranças dizendo: “Jesus Cristo, Jesus Cristo, eu estou aqui”. O que será que ele quis dizer com essa canção, padre? Grande abraço do seu amigo ateu Luiz Bento